Este Blog possui objetivos de socializar práticas pedagógicas e possibilitar reflexões no campo da educação. Forte abraço, Diretor do Departamento Denner Lucas Casagrande. Blog criado pelo Coordenador do Centro Histórico de Maracajá professor Lúcio Vânio Moraes em abril de 2011. Número de Visitas até dia 23/7: 363 visitantes.
Sites interessantes para acessar
quinta-feira, 25 de abril de 2013
CARDÁPIOS DE MAIO
Segue abaixo os cardápios de Maio, das escolas, creche e PETI.
ESCOLAS
CRECHE MUNICIPAL
Café da Manhã/ Lanche da Manhã e Tarde
Almoço e Jantar
PETI
Café da manhã/ Tarde
Almoço
Postagem publicada pela Nutricionista Claudia Beatriz de Medeiros, 25 de Abril de 2013.
domingo, 24 de março de 2013
VILÕES NA ALIMENTAÇÃO DAS CRIANÇAS
Você costuma ler os rótulos dos produtos que compra para seus filhos?
Não? Cuidado! Um estudo do Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC)
revelou que as rotulagens de alimentos voltados às crianças não possuem
orientação nutricional adequada a este público. Na pesquisa, a maioria
dos produtos específicos para o público infantil trazia apenas as
referências nutricionais de um adulto embalagem.
E qual é o problema? Como os Valores Diários Recomendados (VDR) de nutrientes para crianças são menores, ao ler as tabelas baseadas na dieta de um adulto os pais podem se enganar com essas informações. E em embalagens com indiscutível apelo infantil – como as que trazem personagens licenciados e mensagens direcionadas às crianças – a probabilidade dos pais serem induzidos ao erro é muito grande. Então, vale ficar de olho nos “vilões dos pacotinhos”:
1. GLUTAMATO MONOSSÓDICO (GMS)
Realçador de sabor conhecido amplamente como um aditivo na comida chinesa mas, na verdade, é adicionado a milhares de alimentos! Este aditivo alimentar é responsável pelo gosto Umami. Ele seria o “quinto gosto”: salgado, doce, ácido, amargo e umami. Responsável por tornar as comidas mais “saborosas”, é um dos piores aditivos alimentares no mercado e está presente em sopas enlatadas, biscoitos, carnes, saladas, refeições congeladas… É encontrado em restaurantes e supermercados locais, na lanchonete da escola e, incrivelmente, mesmo na comida de bebê e em fórmulas infantis.
O GMS é mais do que somente um tempero como o sal e pimenta, ele realça o sabor dos alimentos, fazendo o gosto de carnes processadas e refeições congeladas ficar melhor e cheirar melhor, as saladas ficarem mais saborosas e comidas enlatadas com gosto menos metálico.
Enquanto os benefícios do GMS à indústria de alimentos está bem clara, este aditivo alimentar pode estar lenta e silenciosamente fazendo grandes danos para sua saúde, entre eles estão relacionados a obesidade, dor de cabeça, fadiga, desorientação e depressão. Para diminuir o consumo do GMS, vale reduzir na dieta os produtos industrializados e apostar na boa e velha comidinha caseira, com produtos e temperos naturais.
2. SAL
Não é novidade que consumir sal em excesso é prejudicial à saúde. Mas uma pesquisa realizada recentemente mostra que o ele pode ser um gatilho para a obesidade infantil. A lógica é: para matar a sede após fazer uma refeição salgada, as crianças tendem a consumir mais bebidas doces ao invés vez de água.
O sódio é um dos componentes do sal e, vale lembrar, eles não são sinônimos. Nos rótulos, é apresentada a quantidade de sódio, e não de sal, fique atento. Cada 5 gramas de sal – cerca de meia colher de sopa – contém aproximadamente 2 gramas de sódio. A quantidade diária recomendada para o consumo de um adulto é de 4 a 6 gramas de sal. Para crianças de 2 a 9 anos esse índice cai para 400 mg.
Sempre apontado apenas como vilão, o sódio, sim, precisa ser consumido diariamente, mas sem exageros. No corpo de adultos e crianças, ele tem a função de equilibrar a água no organismo, contração muscular e impulsos nervosos, por exemplo. Entretanto, seu consumo em excesso gera retenção de líquidos, aumento da pressão sanguínea e outros problemas.
3. AÇÚCAR
A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que o consumo do açúcar não ultrapasse 10% das calorias na dieta, cota facilmente alcançada se não ficarmos de olho na quantidade de biscoitos, chocolates, balas e refrigerantes que os pequenos consomem. O excesso de açúcar é a causa de uma série de problemas, muito além das cáries. Um deles é a obesidade infantil, já considerada uma questão de saúde pública. O consumo exagerado também contribui na elevação do nível de triglicérides, gordura perigosa que pode obstruir as artérias. O resultado pode vir na forma de doenças cardiovasculares e até diabetes tipo 2.
4. GORDURAS SATURADAS
Estudos indicam que elas aumentam os níveis de colesterol ruim, o LDL. Se consumidas em excesso, promovem o acúmulo de colesterol nas paredes das artérias, a chamada aterosclerose, que aumenta a possibilidade de doenças cardíacas e neurológicas. Confira no rótulo se o produto está livre de gordura saturada!
Postado por Nutricionista Claudia Beatriz de Medeiros, em 24 de março de 2013.
E qual é o problema? Como os Valores Diários Recomendados (VDR) de nutrientes para crianças são menores, ao ler as tabelas baseadas na dieta de um adulto os pais podem se enganar com essas informações. E em embalagens com indiscutível apelo infantil – como as que trazem personagens licenciados e mensagens direcionadas às crianças – a probabilidade dos pais serem induzidos ao erro é muito grande. Então, vale ficar de olho nos “vilões dos pacotinhos”:
1. GLUTAMATO MONOSSÓDICO (GMS)
Realçador de sabor conhecido amplamente como um aditivo na comida chinesa mas, na verdade, é adicionado a milhares de alimentos! Este aditivo alimentar é responsável pelo gosto Umami. Ele seria o “quinto gosto”: salgado, doce, ácido, amargo e umami. Responsável por tornar as comidas mais “saborosas”, é um dos piores aditivos alimentares no mercado e está presente em sopas enlatadas, biscoitos, carnes, saladas, refeições congeladas… É encontrado em restaurantes e supermercados locais, na lanchonete da escola e, incrivelmente, mesmo na comida de bebê e em fórmulas infantis.
O GMS é mais do que somente um tempero como o sal e pimenta, ele realça o sabor dos alimentos, fazendo o gosto de carnes processadas e refeições congeladas ficar melhor e cheirar melhor, as saladas ficarem mais saborosas e comidas enlatadas com gosto menos metálico.
Enquanto os benefícios do GMS à indústria de alimentos está bem clara, este aditivo alimentar pode estar lenta e silenciosamente fazendo grandes danos para sua saúde, entre eles estão relacionados a obesidade, dor de cabeça, fadiga, desorientação e depressão. Para diminuir o consumo do GMS, vale reduzir na dieta os produtos industrializados e apostar na boa e velha comidinha caseira, com produtos e temperos naturais.
2. SAL
Não é novidade que consumir sal em excesso é prejudicial à saúde. Mas uma pesquisa realizada recentemente mostra que o ele pode ser um gatilho para a obesidade infantil. A lógica é: para matar a sede após fazer uma refeição salgada, as crianças tendem a consumir mais bebidas doces ao invés vez de água.
O sódio é um dos componentes do sal e, vale lembrar, eles não são sinônimos. Nos rótulos, é apresentada a quantidade de sódio, e não de sal, fique atento. Cada 5 gramas de sal – cerca de meia colher de sopa – contém aproximadamente 2 gramas de sódio. A quantidade diária recomendada para o consumo de um adulto é de 4 a 6 gramas de sal. Para crianças de 2 a 9 anos esse índice cai para 400 mg.
Sempre apontado apenas como vilão, o sódio, sim, precisa ser consumido diariamente, mas sem exageros. No corpo de adultos e crianças, ele tem a função de equilibrar a água no organismo, contração muscular e impulsos nervosos, por exemplo. Entretanto, seu consumo em excesso gera retenção de líquidos, aumento da pressão sanguínea e outros problemas.
3. AÇÚCAR
A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que o consumo do açúcar não ultrapasse 10% das calorias na dieta, cota facilmente alcançada se não ficarmos de olho na quantidade de biscoitos, chocolates, balas e refrigerantes que os pequenos consomem. O excesso de açúcar é a causa de uma série de problemas, muito além das cáries. Um deles é a obesidade infantil, já considerada uma questão de saúde pública. O consumo exagerado também contribui na elevação do nível de triglicérides, gordura perigosa que pode obstruir as artérias. O resultado pode vir na forma de doenças cardiovasculares e até diabetes tipo 2.
4. GORDURAS SATURADAS
Estudos indicam que elas aumentam os níveis de colesterol ruim, o LDL. Se consumidas em excesso, promovem o acúmulo de colesterol nas paredes das artérias, a chamada aterosclerose, que aumenta a possibilidade de doenças cardíacas e neurológicas. Confira no rótulo se o produto está livre de gordura saturada!
Postado por Nutricionista Claudia Beatriz de Medeiros, em 24 de março de 2013.
CARDÁPIO DE ABRIL
terça-feira, 12 de março de 2013
CARDÁPIOS ESCOLARES DO MÊS DE MARÇO
Segue abaixo os cardápios das escolas, creche e PETI.
Cardápio Escolas
Cardápio Creche
Café da manhã/ Lanche
Almoço/ Janta
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI
Café da Manhã/Tarde
Almoço
Postagem realizada dia 12 de março de 2013, por Nutricionista Claudia Beatriz de Medeiros.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
OPÇÕES DE LANCHE DA MANHÃ
Comer algo
leve e nutritivos entre o café da manhã e o almoço faz com que você
sinta menos fome e evita que chegue na próxima refeição com aquela "fome
de leão", mantem os níveis de glicemia além de não deixar o "metabolismo lento".
Escolha uma das opções que dê mais energia ao seu corpo.
Algumas opções:
- 01 fruta;
- 01 unidade de iogurte desnatado (pode ser com sabor) ou ligth;
- 01 barrinha de cereal de preferência sem cobertura de chocolate;
- 03 a 04 unidades de frutas secas/desidratadas (damasco, uvas passas, ameixa, figo, banana);
- 3 unidades de biscoito integral;
- 03 a 04 unidades de oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas, macadâmia, amendoim).
Lembre-se que só não vale exagerar nas porções, pois é apenas um lanchinho e não para deixá-lo farto.
Dra. Claudia Beatriz de Medeiros
Nutricionista
Escolha uma das opções que dê mais energia ao seu corpo.
Algumas opções:
- 01 fruta;
- 01 unidade de iogurte desnatado (pode ser com sabor) ou ligth;
- 01 barrinha de cereal de preferência sem cobertura de chocolate;
- 03 a 04 unidades de frutas secas/desidratadas (damasco, uvas passas, ameixa, figo, banana);
- 3 unidades de biscoito integral;
- 03 a 04 unidades de oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas, macadâmia, amendoim).
Lembre-se que só não vale exagerar nas porções, pois é apenas um lanchinho e não para deixá-lo farto.
Dra. Claudia Beatriz de Medeiros
Nutricionista
LIGHT X DIET: QUAL A DIFERENÇA?
As diferenças entre os produtos Diet e Light são bastante pontuais.
No caso dos alimentos Light, estes contêm pelo menos 25% de redução de um ou mais componentes, como o açúcar, gorduras, colesterol e sódio. Assim, atendem às necessidades nutricionais das pessoas que se preocupam com o bem-estar e a manutenção da saúde. Os produtos light podem ser indicados para pessoas com problemas de hipertensão, pois a quantidade de sal nestes alimentos é reduzida, pessoas com excesso de peso consumam os produtos Light, uma vez que eles possuem baixos teores de gorduras e açúcares.
Entretanto, entre os alimentos Diet surgiram algumas incertezas. De acordo com a legislação por Categoria de Produto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), os produtos Diet são “os alimentos especialmente formulados ou processados, nos quais se introduzem modificações no conteúdo de nutrientes, adequados à utilização em dietas diferenciadas e/ou opcionais, atendendo as necessidades de pessoas em condições metabólicas e fisiológicas específicas”. Isso significa dizer que são produtos elaborados industrialmente, com ausência ou quantidades bem reduzidas de determinados nutrientes, que podem ser carboidratos, açúcar, sal, lactose e gordura.
Comumente, os alimentos Diet são fabricados com a ausência de açúcar, destinados a atender uma dieta específica de pessoas com diabetes. Contudo, também podem ser utilizados para pessoas com outros problemas, como taxas altas de triglicérides, devendo consumir produtos com quantidade reduzida de carboidratos.
O que muda nos alimentos Diet?
Quando algum nutriente é retirado do produto, como o açúcar, por exemplo, ele perde aspectos como a textura e o sabor. Para compensar, portanto, ocorre a substituição por adoçantes dietéticos, permitidos para os diabéticos. Além disso, para adquirir uma textura natural, os fabricantes compensam a falta com adição de gorduras, o que faz com o que o total de calorias fique equivalente ao produto que contém sacarose, não sendo recomendado, assim, para pessoas que pretendem perder peso.
Quais são os adoçantes mais utilizados nos produtos Diet e/ou Light?
São três os adoçantes mais utilizados em produtos de baixo valor calórico, ou seja, tanto para o Diet quanto para o Light. São eles a Sacarina, o Aspartame e o Stévia. A Sacarina é utilizada como adoçante não calórico, sendo 300 vezes mais doce que a sacarose. Ela não é metabolizada pelo organismo e, por isso, é excretada sem alterações. Apesar das suspeitas de que ela estaria ligada com casos de câncer, ela foi considerada como segura pela Food and Drug Administration (FDA), departamento que fiscaliza a produção e comercialização de alimentos e remédios dos Estados Unidos, e permitida em mais de 100 países, devido à falta de comprovações de que seria tóxica ao ser humano.
O Aspartame é o aditivo alimentar mais utilizado em bebidas, com a função substituir o açúcar comum, com poder adoçante cerca de 200 vezes a sacarose. Foi liberado pela FDA, em 1994, como adoçante de uso geral e, em 1999, no Brasil pela ANVISA. Porém, segundo o Instituto Nacional do Câncer, recentes notícias divulgadas na internet relacionam o uso frequente de Aspartame a problemas de saúde. Com isso, o adoçante vem sendo alvo de especulações quanto à veracidade de seus efeitos no organismo humano a longo prazo.
O Stévia é um edulcorante não calórico, extraído das folhas da Steviarebaudiana, planta silvestre nativa do Brasil. As folhas têm poder adoçante 300 vezes superior ao do açúcar comum, apresentando sabor agradável e sem gosto residual. O produto é indicado para dietas com restrição de açúcar, tais como a dos diabéticos e, em 2005, sua importação e venda foi reconhecida pela FDA.
Para saber qual é a dieta nutricional mais recomendada para o seu caso, é imprescindível a consulta com um nutricionista.
Dra. Claudia Beatriz de Medeiros
Nutricionista
No caso dos alimentos Light, estes contêm pelo menos 25% de redução de um ou mais componentes, como o açúcar, gorduras, colesterol e sódio. Assim, atendem às necessidades nutricionais das pessoas que se preocupam com o bem-estar e a manutenção da saúde. Os produtos light podem ser indicados para pessoas com problemas de hipertensão, pois a quantidade de sal nestes alimentos é reduzida, pessoas com excesso de peso consumam os produtos Light, uma vez que eles possuem baixos teores de gorduras e açúcares.
Entretanto, entre os alimentos Diet surgiram algumas incertezas. De acordo com a legislação por Categoria de Produto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), os produtos Diet são “os alimentos especialmente formulados ou processados, nos quais se introduzem modificações no conteúdo de nutrientes, adequados à utilização em dietas diferenciadas e/ou opcionais, atendendo as necessidades de pessoas em condições metabólicas e fisiológicas específicas”. Isso significa dizer que são produtos elaborados industrialmente, com ausência ou quantidades bem reduzidas de determinados nutrientes, que podem ser carboidratos, açúcar, sal, lactose e gordura.
Comumente, os alimentos Diet são fabricados com a ausência de açúcar, destinados a atender uma dieta específica de pessoas com diabetes. Contudo, também podem ser utilizados para pessoas com outros problemas, como taxas altas de triglicérides, devendo consumir produtos com quantidade reduzida de carboidratos.
O que muda nos alimentos Diet?
Quando algum nutriente é retirado do produto, como o açúcar, por exemplo, ele perde aspectos como a textura e o sabor. Para compensar, portanto, ocorre a substituição por adoçantes dietéticos, permitidos para os diabéticos. Além disso, para adquirir uma textura natural, os fabricantes compensam a falta com adição de gorduras, o que faz com o que o total de calorias fique equivalente ao produto que contém sacarose, não sendo recomendado, assim, para pessoas que pretendem perder peso.
Quais são os adoçantes mais utilizados nos produtos Diet e/ou Light?
São três os adoçantes mais utilizados em produtos de baixo valor calórico, ou seja, tanto para o Diet quanto para o Light. São eles a Sacarina, o Aspartame e o Stévia. A Sacarina é utilizada como adoçante não calórico, sendo 300 vezes mais doce que a sacarose. Ela não é metabolizada pelo organismo e, por isso, é excretada sem alterações. Apesar das suspeitas de que ela estaria ligada com casos de câncer, ela foi considerada como segura pela Food and Drug Administration (FDA), departamento que fiscaliza a produção e comercialização de alimentos e remédios dos Estados Unidos, e permitida em mais de 100 países, devido à falta de comprovações de que seria tóxica ao ser humano.
O Aspartame é o aditivo alimentar mais utilizado em bebidas, com a função substituir o açúcar comum, com poder adoçante cerca de 200 vezes a sacarose. Foi liberado pela FDA, em 1994, como adoçante de uso geral e, em 1999, no Brasil pela ANVISA. Porém, segundo o Instituto Nacional do Câncer, recentes notícias divulgadas na internet relacionam o uso frequente de Aspartame a problemas de saúde. Com isso, o adoçante vem sendo alvo de especulações quanto à veracidade de seus efeitos no organismo humano a longo prazo.
O Stévia é um edulcorante não calórico, extraído das folhas da Steviarebaudiana, planta silvestre nativa do Brasil. As folhas têm poder adoçante 300 vezes superior ao do açúcar comum, apresentando sabor agradável e sem gosto residual. O produto é indicado para dietas com restrição de açúcar, tais como a dos diabéticos e, em 2005, sua importação e venda foi reconhecida pela FDA.
Para saber qual é a dieta nutricional mais recomendada para o seu caso, é imprescindível a consulta com um nutricionista.
Dra. Claudia Beatriz de Medeiros
Nutricionista
CARDÁPIOS DE DEZEMBRO
Segue abaixo, os cardápios de dezembro.
CRECHE MUNICIPAL
Café da Manhã e Lanches
Almoço/Janta
ESCOLAS
PETI
Neste mês o PETI, será apenas a tarde e segue um cardápio especial e surpresa aos alunos.
Postagem publicada pela Nutricionista Claudia Beatriz de Medeiros, em 03 de dezembro de 2012.
CRECHE MUNICIPAL
Café da Manhã e Lanches
Almoço/Janta
ESCOLAS
PETI
Neste mês o PETI, será apenas a tarde e segue um cardápio especial e surpresa aos alunos.
Postagem publicada pela Nutricionista Claudia Beatriz de Medeiros, em 03 de dezembro de 2012.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
VOCÊ JÁ CONHECE A ALFARROBA?
Se você é
chocólatra, mas anda precisando dar um tempo no consumo da guloseima
experimente a alfarroba. O produto tem cara e gosto de chocolate, mas é
mais nutritivo e não contém lactose, glúten e açúcar.
Fruto da alfarrobeira, árvore nativa do mediterrâneo, a alfarroba é uma vagem da qual se extrai a polpa que é torrada e moída para se obter o pó usado em substituição do cacau.Por ser naturalmente doce, ela dispensa o uso de açúcar na fabricação e no consumo dos produtos. Sem falar que também não possui os estimulantes cafeína e teobromina e é rica em vitaminas e minerais.
Em 100g do chocolate de alfarroba, é possível encontrar 303mg de cálcio, 633mg de potássio e 126mg de fósforo, bem como outros minerais como ferro e zinco e vitaminas E, B6 e B12. Enquanto o cacau possui até 23% de gordura e 5% de açúcar, a alfarroba tem 0,7% de gordura e alto teor de açucares naturais (glucose, sucrose e frutose) de 38% a 45%.
Uma excelente altermativa para os intolerantes a Lactose e ao Glúten. A alfarroba é encontrada em casas de produtos naturais, na forma de pó, bombons e barras semelhante as de chocolate.
Experimente:
- Banana + canela em pó + alfarroba em pó, e por alguns minutos no microondas.
- Pode ser utilizar em vitaminas (se for intolerante a lactose, utiliza leite de soja).
- Utilizar em bolos.
Dra. Claudia Beatriz de Medeiros
Nutricionista
Fruto da alfarrobeira, árvore nativa do mediterrâneo, a alfarroba é uma vagem da qual se extrai a polpa que é torrada e moída para se obter o pó usado em substituição do cacau.Por ser naturalmente doce, ela dispensa o uso de açúcar na fabricação e no consumo dos produtos. Sem falar que também não possui os estimulantes cafeína e teobromina e é rica em vitaminas e minerais.
Em 100g do chocolate de alfarroba, é possível encontrar 303mg de cálcio, 633mg de potássio e 126mg de fósforo, bem como outros minerais como ferro e zinco e vitaminas E, B6 e B12. Enquanto o cacau possui até 23% de gordura e 5% de açúcar, a alfarroba tem 0,7% de gordura e alto teor de açucares naturais (glucose, sucrose e frutose) de 38% a 45%.
Uma excelente altermativa para os intolerantes a Lactose e ao Glúten. A alfarroba é encontrada em casas de produtos naturais, na forma de pó, bombons e barras semelhante as de chocolate.
Experimente:
- Banana + canela em pó + alfarroba em pó, e por alguns minutos no microondas.
- Pode ser utilizar em vitaminas (se for intolerante a lactose, utiliza leite de soja).
- Utilizar em bolos.
Dra. Claudia Beatriz de Medeiros
Nutricionista
ARROZ INTEGRAL PARA PREVENÇÃO DO DIABETES
O arroz integral é um cereal integral, completo é o arroz branco antes
de ter sido refinado e polido e despojado da cobertura de farelo, que é
rico em fibras e nutrientes. O arroz integral também t
em
um índice glicêmico menor do que o arroz branco, o que significa que
não causa uma elevação rápida dos níveis de glicose no sangue.
Agora um novo estudo de pesquisadores da Universidade Harvard relata que os americanos que comem duas ou mais porções de arroz integral por semana reduzem seu risco de desenvolver diabetes tipo 2 em cerca de 10% em comparação com pessoas que comem menos de uma vez por mês. E aqueles que comem arroz branco regularmente cinco ou mais vezes por semana são quase 20% mais propensos a desenvolver diabetes tipo 2 do que aqueles que comem menos de uma vez por mês.
Substituir um terço de uma porção de arroz branco pelo integral por dia pode reduzir o risco de diabetes tipo 2 por 16%, a análise estatística mostrou. Uma porção é uma xícara de arroz cozido.
O estudo não é o primeiro a apontar o dedo para alimentos como o arroz branco como o culpado pelo diabetes tipo 2. Um estudo de 2007, feito com mulheres chinesas em Xangai, descobriu que as mulheres de meia-idade que comem grandes quantidades de arroz branco e outros carboidratos refinados também tinham um risco aumentado de desenvolver diabetes em comparação com outras pessoas que comeram menos.
"O mais importante é que mostramos evidências de que o consumo de arroz branco mesmo em níveis baixos ainda está associado com maior risco de diabetes", disse o Dr. Sun, da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard. "É muito recomendado substituir o arroz branco com a mesma quantidade de arroz integral ou outros cereais integrais."
Além de ter um índice glicêmico mais baixo, arroz integral também contém nutrientes importantes como o magnésio, que são retirados durante o processo de refino, além de conter muito mais fibras. Estudos anteriores descobriram que ter esses nutrientes na dieta protege contra o diabetes, disse o Dr. Sun.
Faça a troca na sua alimentação, e previna contra o Diabetes Mellitus.
Dra. Claudia Beatriz de Medeiros
Nutricionista
Agora um novo estudo de pesquisadores da Universidade Harvard relata que os americanos que comem duas ou mais porções de arroz integral por semana reduzem seu risco de desenvolver diabetes tipo 2 em cerca de 10% em comparação com pessoas que comem menos de uma vez por mês. E aqueles que comem arroz branco regularmente cinco ou mais vezes por semana são quase 20% mais propensos a desenvolver diabetes tipo 2 do que aqueles que comem menos de uma vez por mês.
Substituir um terço de uma porção de arroz branco pelo integral por dia pode reduzir o risco de diabetes tipo 2 por 16%, a análise estatística mostrou. Uma porção é uma xícara de arroz cozido.
O estudo não é o primeiro a apontar o dedo para alimentos como o arroz branco como o culpado pelo diabetes tipo 2. Um estudo de 2007, feito com mulheres chinesas em Xangai, descobriu que as mulheres de meia-idade que comem grandes quantidades de arroz branco e outros carboidratos refinados também tinham um risco aumentado de desenvolver diabetes em comparação com outras pessoas que comeram menos.
"O mais importante é que mostramos evidências de que o consumo de arroz branco mesmo em níveis baixos ainda está associado com maior risco de diabetes", disse o Dr. Sun, da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard. "É muito recomendado substituir o arroz branco com a mesma quantidade de arroz integral ou outros cereais integrais."
Além de ter um índice glicêmico mais baixo, arroz integral também contém nutrientes importantes como o magnésio, que são retirados durante o processo de refino, além de conter muito mais fibras. Estudos anteriores descobriram que ter esses nutrientes na dieta protege contra o diabetes, disse o Dr. Sun.
Faça a troca na sua alimentação, e previna contra o Diabetes Mellitus.
Dra. Claudia Beatriz de Medeiros
Nutricionista
ORGANIZE SUA GELADEIRA
Se você costuma guardar os alimentos na geladeira empilhando potes, sacos plásticos e garrafas de qualquer jeito nas gavetas e prateleiras, fique atenta. A maneira como os alimentos ficam dispostos dos dentro da gela
deira
influencia na conservação e faz com que estejam próprios para o
consumo. Os sinais de que um alimento está estragando nem sempre são
visíveis e consumir esses alimentos pode ser prejudicial para a saúde e
ainda causar intoxicação. Por isso, é importante saber a maneira ideal
de guardar as compras do supermercado e evitar surpresas desagradáveis
ao abrir a geladeira.
Os alimentos e produtos devem ser
guardados de acordo com a temperatura que necessitam. Alguns precisam
ser mantidos em temperaturas mais frias do que outros. Os legumes e
verduras de folhas, como alface, agrião, rúcula e espinafre, devem ficar
bem longe do congelador, pois o frio faz com que estraguem mais rápido.
Guarde-os na gaveta inferior da geladeira, sempre embalados em sacos
plásticos bem fechados.
1- Congelador: Alimentos que necessitam
de baixas temperaturas, ou que vão ser armazenadas por longo período,
ex: carnes, alimentos congelados, sorvetes, alimento semipreparados.
Congelar as carnes em pequenas porções. OBS: E se forem descongelados,
não devem voltar para lá.
2- Na prateleira superior: Acomode os
alimentos que precisam de mais refrigeração, como frios, sobremesas,
massas frescas, pratos prontos, queijos, iogurtes, manteiga, requeijão e
patês. Esses alimentos devem ficar em embalagens fechadas, para não
espalharem odores pela geladeira. Guarde também os ovos com vasilha
adequada, retire a caixa, pois ela é feita de papel reciclável e pode
ser contaminante.
3- As prateleiras intermediárias: Podem ser
usadas para guardar guloseimas, carnes temperadas ou em fase de
descongelamento, sempre acondicionadas em vasilhas. Guarde também sobras
de alimentos, de preferência utilize potinhos ou recipientes
retangulares ou quadrados, sempre com tampa. O formato dos recipientes
possibilita que eles sejam colocados uns em cima dos outros e ocupem
menos espaço na geladeira.
5- Prateleira inferior e gaveta (s):
Armazene frutas neste espaço. Caso a geladeira tenha duas gavetas, elas
podem ocupar o espaço da gaveta. Coloque as frutas em sacos plásticos e
feche retirando todo o ar. Guarde as hortaliças, armazene em sacos
plásticos, sem ar e fechados.
6- A porta: Deve ser usada para
guardar alimentos de consumo rápido, pois o abrir e fechar da geladeira
provoca variação na temperatura e altera o resfriamento dos alimentos.
Portanto, use as repartições da porta da geladeira para colocar água,
sucos, refrigerantes, leite, geléias, vidros de azeitonas e conservas e
condimentos como maionese, catchup e mostarda.
Dra. Claudia Beatriz de Medeiros
Nutricionista
CARDÁPIOS ESCOLARES
Segue abaixo o cardápio do mês de novembro.
Café da creche
Almoço/ Jantar
Café da manhã do PETI
Almoço
Lanche dos colégios
Postagem publicada por Nutricionista Claudia Beatriz de Medeiros em 08 de novembro de 2012.
Café da creche
Almoço/ Jantar
Café da manhã do PETI
Almoço
Lanche dos colégios
Postagem publicada por Nutricionista Claudia Beatriz de Medeiros em 08 de novembro de 2012.
Assinar:
Postagens (Atom)























